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14/08/2013

Literatura de férias






Bendita biblioteca municipal de Leiria que me permite poupar um monte de dinheiro em livros (e que vou gastar logo a seguir em trapinhos ou afins… enfim)!

Para ler nas férias – que se iniciam exatamente HOJE (yyuuppiiiiiiiiiiiiiiii) - escolhi obras relativamente leves, a condizer com a estação, de autores que nunca li:


Quarta-Feira de Cinzas, de Ethan Hawke 
(Difel, 2003)
Pois é, o menino, além de ator  e realizador, ainda escreve livros! Este é descrito como sendo uma "belíssima história de amor dos tempos modernos", que se desenvolve em vários locais dos Estados Unidos da América. 
Vamos ver se não desilude.


Nas teias do crime, de Jake Arnott 
(Editorial Presença, 2007)
O autor venceu o prémio Crime Writers Association Dagger in the Library pelo conjunto da sua obra e, neste livro, bastante irónico por sinal (oba!), faz uma sátira a uma época e cultura "obcecadas pela celebridade e pelo fascínio gerado pelos criminosos".
Sobre o mesmo, David Bowie afirmou que é "Divertido, vertiginoso, brutal e engenhoso." E se o Bowiezinho diz, eu acredito, mas é sempre bom confirmar!


Alguns preferem urtigas, de Junichiro Tanizaki 
(Teorema, 2009)
O autor, que já morreu, é considerado um dos maiores escritores contemporâneos japoneses, tendo sido esta uma das suas obras mais aclamadas. É a história de um casamento em crise que, segundo o tradutor de Tanizaki para inglês, é autobiográfica.
  


Nada de Melancolia, de Pedro Mexia 
(Tinta da China, 2008)
Este livro reúne as crónicas que foram originalmente publicadas na revista NS (Diário de Notícias e Jornal de Notícias), entre janeiro de 2006 e abril de 2007. 
 Escreveu Miguel Esteves Cardoso no prefácio: "Estas crónicas mostram que o tempo passa mas também mostram que é no passar que o tempo tem graça. Não sei que pacto com o diabo fez Pedro Mexia para acompanhar o tempo nessas suas idas e revindas. Mas também o tempo teve sorte por ter arranjado um tão fino e fiel amanuense."
Já comecei a ler e parece-me que vou adorar.
 

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