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02/12/2013

À conversa com Valter Hugo Mãe



Certa vez, à conversa com a minha amiga Gui sobre o que andávamos a ler, calhou ela falar-me de Valter Hugo Mãe. E falou dele com tanto entusiasmo, com um brilho tão grande no olhar, que soube logo que tinha de conhecer o trabalho do autor.
Assim que comecei a ler “A máquina de fazer espanhóis” percebi o porquê daquele brilho e, instantaneamente, me deixei enfeitiçar pela escrita de Valter. Não sei explicar mas a forma como escreve tem um efeito encantatório qualquer que me leva a não querer parar.
Mais tarde li “No nosso reino”, e terminei agora o seu livro mais recente, “A desumanização”, onde o escritor esventra a morte como nunca tinha visto, penso que num exorcismo libertador muito próprio, profundo e penoso.
Um livro difícil mas, ainda assim, tão bonito, mas tão bonito…
Foi por isso com um enorme prazer que fui assistir à apresentação da sua última obra e conversar um pouco com Valter, uma pessoa muito prática e sábia, muito mais simples do que imaginava.
Para mais, ainda tive o prazer de ver o meu exemplar autografado! Embora a letra pareça de médico, pelo que foi um exercício difícil de descortinar, foi esta a dedicatória do autor: “À Marta, com um beijinho amigo, o modo de seguir lendo, ainda, gente.”

Não diria melhor! :)


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