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04/08/2012

Guia rápido e eficaz para quem tem um casamento






O verão é, por excelência, a época dos casamentos. Eu própria já tive dois, só no mês passado, o que me permitiu constatar que as mulheres continuam a cometer um erro crasso na escolha da toilette ou, dito melhor, no local onde a dita toilette foi comprada.
Basta olhar dois minutos (um, se com muita atenção), para se perceber se o vestido foi ou não adquirido numa qualquer loja que vende roupa para casamentos.
Stop. Pára tudo!
Mulheres, não comprem roupa para levar a um casamento numa loja que vende roupas especialmente para o efeito. Além de ser uma prática demodée, são logo notadas e, na maioria das vezes, pelas piores razões. O tecido pesado, o brilho, as cores berrantes e, pior ainda,  a écharpe, os sapatos e a clutch feitos no mesmo tecido do vestido saltam à vista e, por muito que tentemos desviar o olhar, aquele combinado exerce sobre nós uma força maior.
Deixem-se disso e comprem algo nas lojas “normais” onde, cada vez mais, há oferta para todas as ocasiões. Escolham algo bonito mas prático, elegante mas com a simplicidade necessária para que se possa voltar a usar num outro evento. Invistam nos acessórios, no cabelo e numa bonita maquilhagem para enriquecer o look.
Vão ficar muito mais giras, acreditem, e podem aproveitar a quantia que vão poupar para comprar outra roupinha qualquer. Numa loja “normal”, s.f.f.   

03/08/2012

Verniz: O novo acessório das mulheres


Para quem (já) não prescinde de vernizes, é favor atualizar-se sobre as tendências outono/inverno em mais um artigo que escrevi para o betrend. Aqui.


 


E porque Londres não é só Jogos Olímpicos, se estiver pela cidade pode visitar esta exposição, patente na Tate Britain até setembro, composta por 180 fotografias captadas por fotógrafos internacionais - como Bill Brandt, Irvin Penn, Dora Maar, Robert Frank e Henri-Cartier Bresson -  que retratam a vida da urbe entre 1930 e 1980.
Aqui ficam algumas dessas fotos, para aguçar o apetite:






















02/08/2012

A coleção da Mango para o Outono

























Ícones da nossa geração (VI)



Jack Daniel's

Este whiskey provém de uma destilaria do Tennessee que destila bebidas alcoólicas desde 1886, tendo sido a primeira companhia a ser registada nos Estados Unidos.
O whiskey mais famoso desta marca é o Black Label, distribuído desde sempre numa garrafa de 0,7 l ou 1 litro.





Monogram Canvas Collection 
da Louis Vuitton

Esta coleção é considerada um status symbol em todo o mundo. Desde que Louis Vuitton abriu a sua primeira loja de malas (Paris, 1854) e o seu filho criou a Monogram Canvas com o selo LV, em 1896, a marca transformou-se numa etiqueta internacional de malas e carteiras de alta qualidade.
A empresa - que se fundiu com a Möet Hennessy em 1987 para formar a LVMH - tem, nos dias de hoje, um verdadeiro império que ultrapassou, em muito, o universo das malas e carteiras.





Wurlitzer

Desde criança que alimento o sonho de ter uma jukebox, pela sua beleza e romantismo. O modelo original de Wurlitzer - o famoso fabricante - foi concebido no início dos anos 30 e, inicialmente, tocava discos de goma, substituídos mais tarde por singles e, nos anos 80, por CD's.





Mini Cooper

Desenhado por Alec Issigonis, o primeiro Mini saiu da linha de produção em 1959, tendo sido reproduzido até 2000 apenas com pequenas alterações nos seus pormenores.
Embora os Minis se costumem chamar de Mini Cooper, este é apenas um modelo especial do carro, que talvez precisasse de um sobrenome para ter sucesso no cinema como aconteceu, por exemplo, no filme dos Beatles "Magical Mystery Tour".





Opium de Yves Saint Laurent

Este perfume feminino do final dos anos 70 era muito sexy: com uma base de patchouli e âmbar, o estilista natural da Argélia concentrou aqui a sua conceção de magia e energia do Oriente. Resultado: este perfume transformou-se num símbolo de liberdade sexual.

 

01/08/2012

Na 1ª pessoa













Não são lindas?





Coleção primavera/verão 2012 da designer

Sara Battaglia