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29/05/2014

| Uma noite na feira popular |





Na semana que passou dei um salto à Feira de Maio (a feira popular anual de Leiria) para assistir ao último concerto dos Silence 4, que se formou quando eu tinha 21 anos. A sério, como é que é possível ter passado tanto tempo???
Recordo-me que descobri esta banda através de uns cd’s que a revista Cosmopolitan oferecia na altura com novos valores da música portuguesa (foi assim que descobri também Da Weasel e lembro-me de ter pensado Uau, o que é isto?).
Voltando aos Silence 4, ouvi muito o primeiro cd, que adorava, mas ao segundo não dei muita importância, já que se gerou uma histeria coletiva tão grande à volta da banda que me começou a enjoar toda aquela febre.
Mas soube-me muito bem assistir ao seu concerto de despedida (a chuva não demoveu as muitas pessoas presentes) e perceber que ainda me lembro, quase na totalidade, da maior parte das letras. Incrível, considerando o tempo que passou, não é?
Antes do concerto aproveitei para dar uma volta pela feira, o que me permitiu comprovar que, embora seja uma mulher crescida, continuam a deslumbrar-me as barraquinhas das pipocas e das farturas, as luzes e os divertimentos das festas. Há facetas minhas que se mantêm completamente infantis e esta é, em absoluto, uma delas!


27/05/2014

| A simple look |


Este outfit é a minha cara: simples (sempre), fluido, de tons suaves e com um ar muito primaveril!
Espero que gostem! ;)









Calças Zara, camisa H&M, clutch Atmosphere, sandálias After Hours


25/05/2014

| Diz que é uma espécie de flores comestíveis |





A pedido de muitas famílias (ou, sendo mais rigorosa, de 4 leitoras do estaminé) aqui fica a receita do que decidi chamar de flores comestíveis, porque é o que me faz lembrar.
Vi estas tostas no Food & Emotions e adaptei a receita, que é a coisa mais simples do mundo.
Então é assim:




1. Barra-se uma fatia de pão de forma com manteiga e coloca-se numa taça relativamente pequena, para que adquira aquela forma que faz lembrar uma flor.
No centro coloca-se um pouco de queijo, que vai derreter, nham, nham!

2.  De seguida é só mandar lá para dentro um ovo, temperado com uma pitada de sal e pimenta, e levar ao forno (atenção que a temperatura não deve estar muito alta, de forma a que o ovo tenha tempo de cozinhar sem que o pão se queime).

3. Finalmente retira-se do forno e admira-se por 1 minuto antes de comer.

Tão fácil que parece mentira, não é? Experimentem que não se vão arrepender e... bom apetite!

P.S.: Em relação ao CC Cream da Babaria de que falei há uns dias, o mesmo encontra-se à venda nas lojas Continente (pelo menos na de Leiria) por 8,99 €.



21/05/2014

| CC Cream da Babaria |





Comprei este CC Cream há uns meses mas só agora o comecei a usar, já que o raio do BB nunca mais acabava. Claro que, gaja viciada em cremes como sou, fico em pulgas para experimentar as novidades e até exagero nas quantidades para que o produto que estou a usar acabe mais depressa (aposto que muitas de vocês conhecem a sensação)! :)
Os CC Cream (Colour Control), além das funções do BB Cream (Blemish Balm) – ou seja, proteção e hidratação da pele com proteção solar e uma leve cor – possui também antioxidantes, tendo ainda um maior poder de cobertura.
O meu maior receio era que o poder de cobertura deste CC fosse tão grande que mais parecesse uma base e que a pele ficasse com um aspeto artificial. No entanto, não foi isso que sucedeu e estou bastante contente com o resultado: a pele fica uniformizada e com um tom suave e natural!
Também adorei o cheiro deste produto: embora ainda não tenha conseguido descobrir verdadeiramente a que é que cheira, remete-me para um odor de praia, o que me parece muito bem!
Finalmente, o preço é bastante em conta (a embalagem de 50 ml custa à volta de 6.62 €) pelo que acho bastante equilibrada a relação qualidade-preço.
De 0 a 10? Dou-lhe um 7.



19/05/2014

| Yellow |


Misturam-se duas cores que adoro (estou in love com esta camisola) com o azul magnífico do céu et voilá! :)










Saia Pull & Bear, camisola H&M, sandálias Zara, mala Vogue


18/05/2014

| The Grand Budapest Hotel |






Assim se chama o mais recente filme de Wes Anderson, de quem sou grande fã, já que este é um realizador que, mais do que fazer filmes, cria verdadeiras fábulas.
Embora a história seja um tanto simples – o consierge do The Grand Budapest Hotel, Gustave H, é acusado da morte da sua amiga e amante Madame D., o que se torna num grande problema devido à sua enorme fortuna - o resto é tão intenso e non sense e perfeito e acutilante (uma mistura de Fellini, Monty Ptython e Tim Burton, como li algures e com o qual concordo em absoluto) que, num instantinho, esquecemos a simplicidade da narrativa e deixamo-nos transportar para o maravilhoso mundo de Wes Anderson, muito por ‘culpa’ dos planos perfeitamente simétricos, da banda sonora (da responsabilidade de Alexandre Desplat) e da fotografia, com cores lindíssimas.
The Grand Budapest Hotel venceu o Urso de Prata – Prémio do Júri na 64.ª edição do Festival de Berlim e, ainda por cima, é um concentrado de atores fabulosos, alguns dos quais são já habituais nos filmes de Wes: Ralph Fiennes, Jude Law, Tilda Swinton (irreconhecível por baixo de quilos de maquilhagem), Bill Murray, Jeff Goldblum, Willem Dafoe, F. Murray Abraham, Adrien Brody, Owen Wilson, Edward Norton, Harvey Keitel ou Léa Seydoux.

Chega?