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01/06/2015

| Os sete minutos |




Foi o primeiro livro que li de Irving Wallace, mas não será o último, já que o considero uma obra a roçar a perfeição: de uma forma muito resumida, fala de um livro chamado 'Os sete minutos', que muitos defendem ser pornográfico pelo facto de nele uma mulher falar abertamente sobre sexo.
Segundo esta obra, de 1969, sete minutos é o tempo médio que uma mulher demora a atingir o orgasmo (não sei a veracidade desta afirmação nem isso interessa aqui). Nesse livro (o ficcional), uma mulher descreve o que se passa na sua cabeça durante os sete minutos que demora até atingir o orgasmo durante uma relação sexual.
Por razões políticas (e isso é uma das coisas que me levou a gostar tanto desta obra, há todo um enredo muito interessante e extremamente atual), 'Os sete minutos' é levado a julgamento para que se decida se o mesmo é pornográfico ou se, ao contrário, tem relevância social.
Uma história sobre jogos de poder e liberdade, basicamente. Que tem setecentas e tal páginas, com uma letra muito pequenina, mas que não consegui parar de ler. 
Um livro brilhante, obrigatório para quem ama os livros.


28/05/2015

| Pelo Imaginarius |

No passado fim-de-semana fui até ao Norte, não só para visitar a família e os amigos, mas também para aproveitar o Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira.
Penso que este é o maior festival de teatro de rua do país e, pasme-se, é totalmente gratuito!
Já lá não ia há muitos anos e, por isso, fui cheia de expetativas e vontade. Não consegui assistir a tudo (é quase impossível, com muita coisa a acontecer ao mesmo tempo), mas aproveitei muito. 
Tenho a dizer-vos que saí de lá deliciada, de coração cheio com o muito talento que existe por esse mundo fora (nesta edição - já a 15.ª - foram 250 os artistas envolvidos, de 19 nacionalidades).
Fiquem com um pouco do que vi(vi):




26/05/2015

| A preto & branco |

Se há peças que compramos que nos duram somente uma estação - ou porque não era bem aquilo (sim, estou a falar de compras por impulso), ou porque se estragaram (o que normalmente sucede quando gostamos mesmo muito delas), ou por outra razão qualquer -, outras há que parecem durar uma vida. É o caso deste vestido que comprei há muitos anos (seguramente há mais de dez), descoberto por um amigo que me acompanhou numa sessão de compras. 
Leve e fluído como gosto, uso-o religiosamente, pelo menos, uma vez ao ano. E o mais engraçado é que na 1.ª vez que o vesti (lembro-me bem, estava a comemorar o meu aniversário), ele sofreu um acidente de queimadura de cigarro na parte da saia, o que me deu vontade de estrangular o queimador de vestidos novos. 
No entanto, levei-o a uma costureira, que conseguiu disfarçar aquilo em três tempos (o padrão do vestido ajudou) e, até hoje, é uma daquelas peças que me vem acompanhando, ande eu por onde andar. E olhem que me farto de andar por aí! 









Vestido Zara, camisa H&M, sabrinas Seaside, shopper Parfois

24/05/2015

| Summer closet |




Não estou a exagerar quando afirmo que andava há semanas para mudar, de vez, a roupa de inverno para verão. Isto diz muito de mim enquanto dona de casa, mas não há nada a fazer: detesto todas as tarefas caseiras e preciso de uma preparação prévia intensiva para fazer algo como mudar o guarda-roupa.
O grande problema no meio disto tudo é que, por outro lado, sou bastante organizada e gosto de ter a casa sempre limpa e arrumada. Resultado? Uma má disposição imensa, principalmente nos dias da limpeza. Enfim, dramas...
Em relação à mudança dos trapinhos, ela tinha mesmo de acontecer - estava tudo uma grande misturada - e, se me custou concretizar a tarefa, o facto é que agora me dá um grande gozo abrir as portas e ver tudo no sítio.
Quem disse que o prazer não dá trabalho enganou-nos bem! :)




22/05/2015

| Um dia pelas Caldas da Rainha |

Cada vez gosto mais de conhecer o nosso país, tão cheio de encantos. Há uns dias fomos até às Caldas, que não conhecia de todo.
Depois de  umas compras feitas na Praça da Fruta (um mercado de frutas e legumes ao ar livre que é uma das imagens de marca da cidade), houve lugar a um passeio calmo e demorado no Parque D. Carlos I (visita obrigatória!) e ainda pelo centro da cidade.
Claro que uma ida às Caldas não pode terminar sem uma visita à loja Bordallo Pinheiro, que se situa na própria fábrica, onde tive de me conter para não comprar as sardinhas todas - são tão bonitas!
Aqui ficam algumas fotos:











20/05/2015

| Das malas para o verão |

Enquanto fã absoluta do branco, em qualquer estação e independentemente do tempo que faça, não podia deixar de vos mostrar as minhas escolhas, usáveis em várias ocasiões.
É que se com o preto não me comprometo, com o branco estou sempre um encanto (eheh, desculpem a piada básica, mas tinha mesmo de ser)!



Todas as malas são Sheinside e podem ver mais pormenores aqui: