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30/06/2016

| Olhós saldos fresquinhoos |

Pois é, os saldos andam aí e eu fui ao site da Zara procurar peças bonitas para vos tentar mostrar. Embora tenha chegado a estas 15 propostas, a escolha foi bem difícil, porque existiam tantas outras coisas lindas que podiam aqui estar. 
Ainda por cima - e a culpa é toda vossa, já que só fui ao site para criar este post (#not) - não resisti e acabei por encomendar uns mimos para mim, que devem estar quase, quase a chegar. Tststs.



26/06/2016

| A summer salad |

Se comer não é o que me dá mais prazer na vida, está lá muito perto. Adoro comida, adoro o ritual de juntar pessoas à mesa, numa mistura de iguarias, conversas, risos e vinho.
Cozinhar é que já é pior. 
Sou boa cozinheira, quando quero. O problema é que quero muito pouco. Mesmo, mesmo pouquinho. O que acaba por ser compreensível se pensarmos que vivo sozinha e que tenho uma inaptidão natural para as tarefas domésticas. Quer dizer, não é inaptidão porque eu consigo fazê-las, e bem, é mesmo falta de vontade. Mas isso fica para uma próxima crónica da vida airada (ou não).
Normalmente ao almoço como 'comida a sério', à noite faço uma misturada de fruta, iogurte, frutos secos e sementes. O que significa que cozinho pouco.
Nas poucas vezes que vou para a cozinha, além das receitas seguras, gosto de preparar refeições simples, de preferência saudáveis e, requisito obrigatório, mega rápidas. 
No verão a tarefa está facilitada porque é fácil inventar saladas simples e apetitosas, como a que preparei há dias. E, très important, tão bonita que dá vontade de comer.


Pois que isto não tem nada que saber: basta misturar alface, tomates cherry, ervilhas, miolo de camarão e ovo cozido, requeijão, framboesas, sementes de linhaça e girassol e está feito. 


Para finalizar basta juntar um molho (eu acrescentei o de iogurte do Pingo Doce, que é delicioso e muito barato)  e  a salada está prontíssima a servir.
Bon apétit! 

24/06/2016

| As calças retro |

Apaixonei-me por estas meninas (particularmente pelo seu padrão retro amoroso) assim que lhes pus os olhos em cima. Foi a partir e a pensar nelas que adquiri o resto das peças que estou a usar, exceto a carteira e o cinto, que já comprei no ano passado.
Na camisa adoro o seu corte masculino (não é nada cintada) e a cor; embora, olhando para as fotos, ela possa parecer branca, não é, é azul bem clarinha.
Pronto, também gosto muito das sandálias, também elas um pouco retro, concordam?
O resultado: um look descontraído e prático mas, ao mesmo tempo, formal q.b. (eu sei, o meu conceito de formalidade é muito pouco exigente), a que recorro variadíssimas vezes para ir trabalhar.








Camisa Zara, calças e sandálias H&M, mala Springfield

22/06/2016

| Pelo Primavera Sound foi assim |

Só fui um dia (o 2.º do festival), mas esta minha primeira incursão ao Primavera Sound encheu-me as medidas. A localização - o Parque da Cidade - é fabuloso, com enormes espaços verdes, e achei a organização para lá de boa. Por exemplo, gostei muito da medida que adotaram este ano para um festival mais sustentável: todos os bares do recinto tinham copos reutilizáveis; o primeiro copo custava 2 euros e, sempre que comprada outra bebida, era substituído por um novo. Clap, clap!
No que toca à música, tinha uma expetativa grande para ver PJ Harvey, que deu um belíssimo concerto. E confirmou-se o que suspeitava, o raio da miúda é sexy p'ra caraças.
No entanto, o concerto de Savages foi o mais marcante e frenético, com as 4 meninas a darem-nos verdadeiro rock'em'bom. Uma delícia.
O resto? Amigos e danças tolas, como diria o meu amigo Cris. 
E há coisa melhor na vida? 











20/06/2016

| Oh, it's a giveaway: o resultado |


A vencedora da mini shoulder bag linda que podem ver aí em cima é:
(Pausa para rufar de tambores)

Liliana Silva
Muitos parabéns Liliana! Envia-me, por favor, um e-mail com a indicação da morada para onde queres que siga o teu mimo.
A todos os outros, muito obrigada pela participação. E fiquem por esse lado, que um dia destes volto a repetir.  

19/06/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #7 |

Estava para escrever uma crónica sobre o Tinder mas hoje lembrei-me, não sei a que propósito, de um Carnaval de há muitos anos que me ficou na memória, e decidi compartilhar convosco.
Andei a fazer uma pesquisa rápida no Google e acho que isto se passou há 14 anos. God, que violência!
Então foi assim: 
Tinha passado há pouco tempo na televisão um reality show chamado Acorrentados (a Wikipédia diz que foi o primeiro reality show que passou na tv portuguesa), em que os concorrentes, durante uma semana, tiveram de andar acorrentados 24 sobre 24 horas.
Ora, alguém se lembrou de que seria giro no Carnaval irmos mascarados de Acorrentados e fomos pr'aí uns dez a aceitar, porque achamos a ideia giríssima e muito divertida.
Já não me lembro quem mandou fazer uma corrente enorme de plástico, dividida por pulseiras de pele, absolutamente desmontável (não sei quem foi o engenheiro mas aquilo estava bem feito) e, depois de jantar, fomos para o bar (dançante) da terra. À entrada mascaramo-nos, que é o mesmo que dizer que nos acorrentamos, e ala que se faz tarde.
Os primeiros 20 minutos foram ótimos! Fomos ao balcão tomar café e fumar um cigarro (o balcão era muito comprido, pelo que deu para todos nós nos encaixarmos), pedimos bebidas e fomos dar a volta de reconhecimento. Tudo muito bem!
O problema é que as pessoas da minha terra (Fiães, para quem não sabe, uma pequenina cidade que fica a 26 kms do Porto) comem bem e bebem ainda melhor. Mais ainda naquela altura, em que éramos teenagers inconscientes (alguns de nós ainda somos). 
Ora, o vinho do jantar começou a bater, potenciado pelo que íamos bebendo e, sem darmos por isso, instalou-se a confusão total entre os Acorrentados.
Começou com alguém a querer ir à casa de banho, ao que os outros responderam em uníssono, hey, aguenta mais um bocado!
A partir daqui foi sempre a descer: um queria ir ao bar, outro queria ir dançar, outro precisava de comprar tabaco, outro queria ir cumprimentar não sei quem, and so on, and so on.
Não foi preciso 1 hora para nos apercebemos de que a nossa máscara coletiva era um desastre e decidimos separar-nos. 
No entanto, alguns de nós mantiveram-se acorrentados aos pares e andamos a noite toda assim. E quando nos encontrávamos com outro par de acorrentados fazíamos um alarido descomunal, do género que fazem as pessoas que bebem. Vocês estão a ver.
O grande contra deste disfarce coletivo? Ninguém se ter lembrado das consequências práticas.
O grande pró deste disfarce coletivo? Ninguém se ter lembrado das consequências práticas.
E, a brincar, a brincar, foi o Carnaval mais divertido da minha vida! :)