.backtotop { position: fixed; bottom: 20px; /* increase value to move position up */ right: 0px; /* increase value to move position left */ } .backtotop:hover { background-color: #333333; /* color of background on hover over */ color: #ffffff; /* color of text on hover over */ text-decoration: none; /* no underline */ bottom: 10px; /* increase value to move position up */ right: 0px; /* increase value to move position left */ padding: 10px; /* add space around the text */ } -->

31/10/2014

| Uma proposta em tons cinza |


O cinzento é uma das cores fortes das estações frias, conjugado com outras cores ou em look integral. Foi a pensar neste tom que criei uma proposta de outfit, perfeito para estes dias de quase-outono: prático, confortável, urbano e muuuito descontraído mas, ainda assim, cheio de estilo.




1. Camisola assimétrica Zara (29.95 €); 
2. Sapatos em pelo Zara (59.95 €); 
3. Lenço Parfois (12.99 €); 
4. Saia lápis Mango (25.99 €); 
5. Brincos Parfois (4.99 €); 
6. Shopper Mango (35.99).


29/10/2014

| Life, de Keith Richards, ou o homem com mais vidas do que os gatos |


Já por várias vezes tinha pegado nele nas livrarias e sabia que, mais dia menos dia, ia lê-lo. Quer dizer, sendo eu uma consumidora de muito rock'n'roll, fã assumida dos Stones e leitora compulsiva, não podia ser outro o resultado, certo? Fui-lhe resistindo durante uns tempos, principalmente porque andava a ler outras coisas. No entanto, este toca e foge acabou quando vi que na Fnac só existia um exemplar, unzinho só, e a ideia de voltar lá e não o encontrar e ter de esperar até poder comprá-lo fez-me pegar nele em menos de nada, antes que alguma alma de raciocínio rápido pegasse nele mais cedo do que eu.
Este 'Life', um tijolo de 574 páginas, lê-se a correr, mas não ao ritmo que parece acontecer a vida de Keith, um homem que passou por tantas peripécias que é difícil de acreditar que continua vivo. 
De uma honestidade desarmante, o guitarrista fala-nos, sem pudor, das drogas e do álcool, que sempre andaram de mão dada com ele, da sua relação de amor-ódio com Mick Jagger, da paixão desalmada que tem pela guitarra e de tantas outras coisas.
No final fica-se com a sensação de conhecer de perto o homem, mais do que a rock star. E o homem é muitíssimo inteligente (talvez isso explique porque é que sobreviveu), verdadeiramente amigo do seu amigo e um rebelde sem idade.
Muito, muito bom.
    





25/10/2014

| These boots are made for walkin' |


Já há uns tempos que andava à procura de uns botins pretos. Não queria que fossem rasos, mas também não os queria muito altos, o que pretendia era assim uma espécie de botins-pau-para-toda-a-obra, que ficassem bem com calças, saias e tudo o mais que me apeteça usar. A oferta é muita mas não me agradavam os modelos ou não me agradava o preço.
Acabei por descobrir estes na Pull & Bear, que juntam o melhor dos dois mundos, pelos quais me apaixonei.
Não são um mimo?






23/10/2014

| BUTT - the first family |



Aviso para pessoas sensíveis ou facilmente escandalizáveis: 
A gerência informa que devem ignorar este post. 
Depois não digam que não avisei... 


Aviso para os restantes: 
Have fun!



No festival 'A Porta', de que já por aqui falei (salvo seja!) mais do que uma vez, tiveram lugar várias exposições, algumas de fotografia.
A de que vos falo (salvo seja!) hoje - da autoria de Gui Garrido & Magdalena Chowaniec -, é uma das melhores exposições que já tive o privilégio de ver, também pela fotografia propriamente dita mas, e principalmente, pelo conceito subjacente, criatividade e toda a logística envolvida (aqui convém atribuir os créditos merecidos aos fotografados, porque não deve ter sido nada fácil)!
O resultado é maravilhoso. 
Enquanto estava a ver estas fotos não ouve ninguém que, ao fazer o mesmo, não soltasse uma gargalhada (normalmente mais).
Sem mais demoras apresento-vos imagens do quotidiano da família BUTT: 










21/10/2014

| Outono em tons de branco |


Continuo a abusar e cada vez gosto mais. 
Uma das tendências para as estações frias é o branco integral. A ver se este inverno tenho tomates coragem para usar.







Camisa Tally Weijl, top e calças Mango, cinto Bershka, carteira Accessorize
(não sei a marca das sabrinas)


19/10/2014

| Pequeno-almoço de fim-de-semana |


Ao contrário do que sucede durante a semana, em que o pequeno-almoço é sempre tomado a correr, devido à minha falta de capacidade para acordar cedo, ao fim-de-semana gosto de me demorar a saboreá-lo, qual ritual imprescindível.
Já tinha experimentado as bolachas artesanais da marca Aveianas, de fiquei imediatamente fã, porque são saborosas. No festival 'A Porta' tive a oportunidade, numa pop up store, de experimentar a granola Hot, da mesma marca (misturada com iogurte grego e uma colher de mel) e, sem surpresas, trouxe uma embalagem comigo. É tão, mas tão boa!
Em casa optei por substituir o iogurte grego pelo natural que, como se sabe, é mais saudável et voilá: di-vi-no!









15/10/2014

| Cinema (do bom) a não perder |





(Imagem: fightinginthewarroom.com)


Sendo David Fincher um dos meus realizadores favoritos, fico em pulgas sempre que estreia algo dele. Por isso não descansei enquanto não fui ver ‘Gone Girl’ (‘Em parte incerta’, em português), o seu último filme, e que bem que se estava: uma sessão em final de tarde com a sala quase vazia é a ideia mais próxima de paraíso cinematográfico que consigo conceber.
Este ‘Gone Girl’ não está ao nível de outras obras do realizador, como ‘Sete pecados mortais’ ou/e, principalmente, ‘Fight Club’ (um dos filmes da minha vida que me faz querer sair de casa e dançar all night long, sempre que o vejo, tal o concentrado de energia que me cria). No entanto, é um thriller muito bem conseguido sobre as relações, a natureza humana e os seus tortuosos caminhos, onde nada é o que parece, que nos deixa em suspense até ao final. Obrigada, Fincher, por não ficar a saber nos primeiros 5 minutos como é que o filme acaba, que é o que mais me irrita no lixo americano que povoa as salas de cinema (aliás, o grande mérito deste filme é que só se percebe como é que ele acaba no final, tal como mandam as boas regras).
Rosamund Pike, no papel principal, está brilhante (já se fala em Oscarzito para ela) e até Ben Affleck (fraquinho, fraquinho) tem uma das suas melhores prestações no grande ecrã.

A ver.

13/10/2014

| Os novos essenciais |


Há por aí coisas lindas que até fazem apetecer o inverno. Algumas são acessíveis aos nossos bolsos, outras não (ó vida maldita e cruel, snif, snif!).
Aqui ficam alguns dos meus favoritos para a próxima estação (e para a atual e para as seguintes).




11/10/2014

| A porta |


Já aqui tinha falado do Festival A Porta, a propósito do jantar angolano a que fui, e que decorreu entre os dias 1 e 5 de outubro.
No dia 4 a Rua Direita (que fica mesmo no centro da cidade mas que, além de precisar ser recuperada, tem muitas lojas abandonadas) encheu-se de gente para ver os concertos, exposições de fotografia e pintura, instalações e outras coisas mais. Os comerciantes abriram também as suas portas e fez-se uma grande festa cultural, de forma a dinamizar esta rua.
Por mim deveria ser assim todos os dias mas, não o sendo, é de louvar esta iniciativa, que nasceu da cabeça e da vontade de 2 pessoas.

Aqui ficam as minhas fotos:


















09/10/2014

| Myself & a cute dog |


Num destes dias levei o Pintas a passear. Raio do cão que só quer andar na rua! :)








T-shirt Tommy Hilfiger, calças Tally Weijl, sandálias After Hours

             

07/10/2014

| Vernizes: As minhas escolhas |


Ao contrário do que se passa com a roupa, em que acabo por não variar demasiado nas cores (ultimamente o branco e a conjugação branco e preto têm sido das minhas preferidas), com os vernizes isso já não sucede. Gosto de variar nos tons, e canso-me se usar as unhas pintadas da mesma cor mais do que uma semana (razão pela qual para mim é impensável usar verniz gel).
Nos próximos tempos são estes os meus meninos de eleição:








05/10/2014

| Um jantar (angolano) em casa de desconhecidos |


No âmbito do festival A Porta, que está a decorrer aqui em Leiria (e de que mais tarde falarei), a organização levou a cabo 4 jantares com comida de diferentes países, que aconteceram em casas particulares, seguidos de um concerto.
Ou seja, inscrevi-me com umas amigas no jantar angolano (com muita sorte, já que todos eles esgotaram), e lá fomos jantar a casa do Bruno (que não fazíamos ideia de quem era). 
Já tinha ouvido falar deste conceito (no fundo, o grande objetivo é juntar um conjunto de pessoas que não se conhecem à volta da mesa), mas nunca em Leiria, pelo que fiquei muito contente por ter conseguido ir.
Há melhor junção do que conhecer gente nova e provar iguarias de um determinado país? E que iguarias: muamba e moqueca de frango, pirão (uma papa feita de farinha de mandioca misturada com água), um robalo assado delicioso (já não me lembro do nome da receita) e, de sobremesa, bolo de mandioca com beijo de mulata, que estava ma-ra-vi-lho-so!
Para finalizar a noite assistimos ainda ao concerto de Piscolândia.
O único defeito? Não estarem previstos mais jantares assim!




As meninas a prepararem o bolo de mandioca com beijo de mulata.



À direita, um manequim que existia na sala do concerto.



Muamba e pirão.



À direita, detalhe da toalha, angolana.



Tão, mas tão boommm!



À esquerda, detalhe da casa.



Idem.



A famosa moqueca.



Muita música a acompanhar.