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18/11/2019

| Olha para o que eu faço, não olhes para o que não digo |


Tenho por princípio viver o dia-a-dia, muito dentro do espírito carpe diem
A verdade é que, exceto naquelas situações em que isso é impossível, não faço grandes planos para o futuro (a experiência diz-me que saem quase todos furados) e não gosto de antecipar situações ou emoções porque, diz-me a experiência também, há uma grande probabilidade de estar a sofrer ou a preocupar-me desnecessariamente, já que, na maior parte dos casos, as coisas não vão correr como esperávamos ou acabam por não acontecer de todo.
Por outro lado, não gosto de frases feitas nem clichés, tendo perfeita noção de que, por vezes, não é possível fugir-lhes, tal a identidade com a realidade. Essa minha aversão à frase feita leva-me sempre a desconfiar do conceito de coaching, que tendo a equiparar um pouco ao conceito de seita, tipo IURD. Medooooo, muito medo (significa isto que não obstante pratique o carpe diem, nunca me verão a utilizar essa expressão para me definir numa qualquer rede social, como estou farta de ver, e que me leva a fugir a sete pés sempre que isso sucede comigo; medooooo, muito medo).

11/11/2019

| O parque de diversões |


Não sei se já ouviram dizer que os Açores são constituídos por oito ilhas e um parque de diversões. O parque de diversões é a ilha Terceira, por ser um local que está constantemente em festa, já que aquela gente gosta é de comer, beber e conviver. Resumindo, são animais sociais natos. 😊

05/11/2019

| Um look insular |


Regressada de umas mini-férias na ilha Terceira, onde já vivi (depois escrevo post sobre a viagem), partilho com vocês um look do qual gosto muito, por ser prático, confortável, mas também muito elegante.
De inverno recorro muito a golas altas, e foi a primeira vez que vesti uma este ano. Embora à primeira vista pareça uma camisola, é um body, uma peça da qual gosto cada vez mais.