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28/10/2013

Falamos um pouco sobre géis?





O rosa, da marca I Love (comprei na Douglas), é um gel esfoliante amaciador de corpo, o que significa que esfolia mas, ao mesmo tempo, é muito suave…
O que mais gosto nele é do cheiro. É tão bom, mas tão bom, que todos os dias durante o duche, e ainda que não o use, vou lá dar uma snifadela só para me deliciar! J

O Cleanance, da Avène, é um gel de limpeza para o rosto ou corpo (só o uso no rosto), especialmente indicado para peles oleosas, com brilho e poros dilatados (oui, c’est moi!). Já o uso há vários anos, com alguns interregnos - para experimentar outras coisas -, e posso afirmar que é o melhor gel de limpeza que conheço, aquele que passa com maior eficácia no teste do algodão!
Além disso, dura muitíssimo tempo, pelo que acaba por ser muito económico em relação a outros produtos que andam por aí no mercado, que são mais baratos mas que obrigam a utilizar quantidades bastante mais generosas!

P.S.: Uma pequena nota que nada tem a ver com a review: para escrever este texto fui à net confirmar o plural de gel, e não é que também se pode dizer geles? Estranho…

25/10/2013

Refinery Hotel

Adoro hotéis! Gosto da relação desprendida que com eles temos, da ideia de passagem e, sobretudo, dos pequenos-almoços (note-se que, quando estou num hotel acabo por tomar o mesmo pequeno-almoço de sempre - sumo, meia de leite, croissants com manteiga ou compota, queijo, fruta e café - mas fico deliciada com a quantidade enorme de comida e cheiros e cores que os pequenos-almoços dos grandes hotéis apresentam).
Este tem a vantagem de se situar na baixa de Manhattan, bem perto dos bairros mais badalados da Big Apple (basta imaginar-me lá para me sentir imediatamente uma Carrie Bradshaw em potência), e ter uma vista privilegiada sobre o Empire State Building. No entanto, o que mais me chamou a atenção foi o facto deste espaço ter sido um dormitório de trabalhadores fabris no século XIX.
Irónico, não é?

















Imagens: www.refineryhotelnewyork.com


23/10/2013

Diz que é uma espécie de editorial


No outono, porque os programas ao ar livre estão mais limitados devido a razões óbvias (ó tempo, volta p’ra trás), e porque não sou mulher para me enfiar em shoppings, dou comigo a inventar mil e uma coisas para fazer dentro de portas, no conforto do lar. Até à primavera aproveito para ver montes de filmes e séries e, claro, farto-me de ler, mas também há que variar. 
Esta sessão de fotos é disso resultado, um (quase) editorial a brincar.
Espero que gostem! 

































21/10/2013

Padrões que não me vão ver usar neste inverno





Nunca gostei do padrão leopardo usado em grande escala, ou seja, sempre preferi vê-lo em pequenos apontamentos: numa clutch, sabrinas ou uma écharpe, por exemplo.
Mas esse padrão dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura e dura estação após estação, e já não suporto vê-lo onde quer que seja, de que forma for. E o pior é que sempre que isso acontece abate-se sobre mim uma tentativa de vómito que, dia após dia, aguento heroicamente (a sensação é bastante semelhante a lavar a língua com a escova de dentes). Já nos dava uma folga, não?
Com o padrão militar a aversão não é tão acentuada, mas acho-o tão, mas tão pouco feminino…
Parece-me adequado usá-lo em roupinhas destinadas a uma tarde de paintball ou, vá, numa noite radical no mato ou … fico-me por aqui!


17/10/2013

Uma preciosidade em três atos





Ao segundo filme (Antes do Anoitecer, de 2004) apanhei-o a meio na televisão, já há uns anos, e fiquei colada ao ecrã! No entanto, nunca tinha visto o primeiro (Antes do Amanhecer, de 1995) pelo que fez todo o sentido, em fim-de-semana cinzentão de outono, fazer uma maratona e vê-los aos três.
Há quem defenda que o último (Antes da Meia-Noite, de 2013) é o melhor dos três filmes, mas eu não consigo escolher: são os trêdeliciosos, cada um à sua maneira. Posso, isso sim, afirmar que este último não fica nada atrás dos anteriores, o que é obra, considerando que estamos face a uma trilogia e que, por regra, a partir do primeiro é sempre a descer!
Faço uma grande vénia a Richard Linklater, o realizador, que, sem efeitos especiais, ou uma história intrincada, ou montes de tiros e ação, ou sei lá o quê, consegue uma obra primorosa, somente com recurso ao texto extraordinário que nos põe a pensar sobre a vida e o amor e o desejo e a morte e tantas outras coisas.
Ethan Hawke está muito bem mas é Julie Delpy quem me enche as medidas: adoro a personagem e a forma como a atriz a construiu, o que me leva a questionar porque é que a mesma nunca saltou verdadeiramente para as luzes da ribalta. Mistério…