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15/07/2016

| It's summer :) |

Se há coisa que me irrita no inverno é o tempo que demoro a vestir-me, fruto das várias camadas de roupa que tenho de colocar no corpinho. E isso obriga-me a acordar 10 minutos mais cedo do que no resto do ano, o que me irrita profundamente porque sou daquele tipo de pessoas a quem custa muito levantar o rabo da cama. E, acreditem, aqueles 10 minutos fazem toda a diferença.
No verão é uma maravilha: um vestidinho, umas sandálias, os acessórios básicos e está feito. 
Na maior parte dos dias o resultado é algo mais ou menos assim:








Vestido e sandálias H&M, shoulder bag Blanco

11/07/2016

| MySkinmix|


E se pudéssemos criar um creme de rosto à nossa medida?
A verdade é que já podemos, e eu não o sabia, até conhecer este projeto nacional que foi vencedor da 3.ª edição do Lisbon Challenge.
O conceito, que acho maravilhoso, permite que sejamos nós a escolher o nosso creme, de acordo com as necessidades da nossa pele, mediante a escolha da sua textura, função e aroma. Cool, isn't it?
Os cremes resultam da mistura de uma base + ingrediente ativo + aroma.
A base do 'meu' MySkinmix, indicada para pele seca e madura - obviamente que uso por ser adequada para peles secas, jamais maduras - é constituída por um hidratante normal enriquecido com manteiga de karité, o que lhe confere uma textura rica e consistente, e ainda elastina de origem marinha, que combate o envelhecimento precoce por desidratação.
O princípio ativo é a coenzima Q10, conhecida pelas suas propriedades antioxidantes e pelo facto de aumentar a elasticidade da pele.
Finalmente, optei pelo aroma de papaia (adoro aromas frescos de frutas ou citrinos), excelente enquanto antioxidante e anti-inflamatório.
Estou a usar o MySkinmix há cerca de 3 semanas, como creme de dia, e estou a gostar muito, porque ele é realmente rico, o que se nota pela sua textura e pela forma como a minha pele fica nutrida após a aplicação.
E esta ideia de sermos nós a optar pelo creme que melhor se adequa ao nosso caso é muito à frente. Gosto.

09/07/2016

| Instagram(ices) |


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07/07/2016

| Uma proposta de cinema italiano |



Realizado por Nanni Moretti, que também entra no filme, conta a história de Margherita, uma realizadora de sucesso, num momento particularmente difícil da sua vida: encontra-se a filmar a sua mais recente obra, separa-se do seu companheiro de anos, tem a mãe hospitalizada e gravemente doente e ainda tenta educar a filha adolescente.
O que me impressiona neste tipo de filmes - este é totalmente despojado de artifícios ou acessórios, centrando-se somente na vivência das personagens - é o fazer parecer simples o que é extremamente difícil, já que aqui não existem cenas que possam 'distrair' o espetador. O filme vive unicamente das personagens e acho isso impressionante.
Moretti usa ainda o filme para criticar o cinema americano (personificado por um John Turturro muito engraçado), bem como a Europa doente em que vivemos, e fá-lo de uma forma brilhante e subtil, especialmente na cena final do filme:
Mãe...
Sim?
No que estás a pensar?
No amanhã.
E o ecrã fica preto.

05/07/2016

| In love |

Podia escrever um texto considerável sobre as características ou aspetos positivos deste vestido, mas não o vou fazer. 
E isto porque tudo se resume a isto: estou apaixonadíssima e, já sei, vou (ab)usar. Muito.
Não é lindo?









Vestido daqui, shoulder bag Zara, 
sandálias compradas no comércio tradicional 

Fotos: EyeEm.com/susana71

03/07/2016

| Crónicas da vida airada (ou não) #8 |

No perfil do Tinder podemos escrever uma frase, um texto ou utilizar apenas caracteres que nos definam.
Eu, por exemplo, escrevi I'm a simple girl, uma auto-definição concisa e despretenciosa, já que sou das pessoas mais práticas e descomplicadas que conheço.
Penso estar correta quando afirmo que a maior parte dos homens não escreve nada, o que acho mal. Meia dúzia de palavras demonstram criatividade e capacidade de auto-análise, duas características que apreciamos e que, além do mais, nos permitem conhecer melhor ou saber quais as pretensões de quem está do outro lado.
Hoje vou dissecar o que escreve o homem médio tinderiano (hmt) e, para isso, vou subdividi-lo nos principais tipos. Vamos a isso:

O clichê ambulante
É o hmt que coloca aquelas citações do género Life is short, live it, ou A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos, ou ainda - a mais utilizada - Carpe Diem.
Atenção que concordo e sou praticante da 'filosofia carpe diem', acho que é a forma mais inteligente de se viver. No entanto, o que se vos pede é que vão um pouco mais além e criem algo vosso, s.f.f.
Frases e citações como as que transcrevi não transmitem a ideia de que vocês são interessantes ou profundos. Apenas de que são básicos.

O inseguro
Muito mais comum do que se possa imaginar, vários hmt indicam no seu perfil quanto medem. Really? 
A primeira vez que vi nem quis acreditar, mas entretanto tenho visto tantas repetições que já me habituei.
Numa das conversas que tive com a Blonde (já aqui escrevi que é a minha companheira de risos nesta app), comentamos uma vez, entre outras patetices, a estranheza que a partilha deste dado físico nos causava.
Uns tempos depois, a Blonde passa por minha casa e diz-me Acho muito bem que os homens do Tinder digam qual é a sua altura!
Perante a minha expressão de curiosidade, lá me explicou que tinha conhecido um gajo que lhe dava pelas mamas e que a indicação da altura no perfil lhe tinha poupado o constrangimento (esta conversa, claro, acabou como sempre: à gargalhada).
Dentro deste género de hmt há ainda aquele que, além da altura, indica também o peso. 
Pergunto-me: e já agora, porque não também o índice de massa corporal? Se o objetivo é informar, o mínimo que espero é que me seja facultada a informação completa e detalhada!

O poliglota
É aquele hmt que indica as línguas que domina, o que é deveras importante já que, principalmente nesta altura do ano, Portugal enche-se de estrangeiras e pode acontecer elas não fazerem match se eles não tiverem especificado que têm conversa para elas. 
O poliglota comum domina o português e o inglês, expressando-o da seguinte forma: PT/GB (isto de dominar o português tem muito que se lhe diga porque já apanhei com tanto erro ortográfico que, se calhar, dominar não é o termo mais correto, mas vocês percebem o que quero dizer). 
Depois há aqueles que são praticamente um dicionário internacional, dominando várias línguas: a conjugação PT/GB/FR/ES é a mais utilizada.
A este propósito não podia deixar de partilhar esta pérola que li há dias, da autoria do Miguel, um moço de 35 anos: 
Portuguese. inglish. i wont one series relation. you can do it? Big kiss.
Como?????
Pois... Bilingue, mas pouco.

(Continua...)